Controle de bicho-de-pé em sítio
O bicho-de-pé é uma pulga cuja fêmea penetra na pele — geralmente no pé — e ali incha com os ovos. Vive em solo arenoso e seco, em quintal de terra, chiqueiro, canil de chão batido e área de areia. O problema é de ambiente e de hospedeiro animal, e o controle combina tratamento do solo, dos animais e pavimentação ou cobertura do piso.
- Vistoria sem custo
- Preço fechado antes
- Garantia por escrito
- Laudo e nota fiscal
Controle de bicho-de-pé em sítio: como funciona
Atendemos controle de bicho-de-pé em sítio em São Paulo e na Grande SP com equipe própria e protocolo específico para esse tipo de imóvel. O que encontramos com mais frequência é a praga instalada em pasto, curral, casa sede, fossa, depósito e borda de mata. O serviço cobre inspeção, correção estrutural, aplicação e acompanhamento.
Em sítio, a vistoria segue um roteiro próprio: abrigo de animais, depósito de lenha, fossa, pomar e borda de mata; canteiros, vasos, folhiço, irrigação, árvores encostadas e faixa junto à parede; baias, canil, área de ração, caminha e perímetro externo. Cada ponto é registrado com foto e entra no croqui do laudo.
Para dedetizar apartamento com resultado, o condomínio precisa tratar prumada, garagem e lixeira ao mesmo tempo.
Bicho-de-pé
Tunga penetrans
- ambiente da pulga
- Solo arenoso
- local típico da lesão
- Pé
- hospedeiros no ciclo
- Animais
- prazo de reavaliação
- 15–21 dias
Onde bicho-de-pé costuma se concentrar
Frequência relativa com que cada ponto aparece como foco nas vistorias dessa praga.
Estimativa da nossa equipe técnica a partir do padrão de vistorias; varia conforme o imóvel.
Por que bicho-de-pé aparece em sítio
O que torna sítio um ambiente favorável a bicho-de-pé é a combinação de pasto, curral, casa sede, fossa, depósito e borda de mata. Nossa vistoria segue esse roteiro, com registro fotográfico e croqui, e o plano de controle é construído a partir do que encontramos — não de um pacote padrão.
- Pulga pequena cuja fêmea fecundada penetra na pele do hospedeiro e incha com os ovos.
- Vive em solo arenoso, seco e sombreado: quintal de terra, chiqueiro, canil, área de areia.
- Hospedeiros: pessoas, cão, gato, porco e outros animais.
- Os ovos caem no solo, onde larva e pupa se desenvolvem.
Como saber se o problema é bicho-de-pé
- Lesão com ponto escuro central e halo claro, geralmente em pé, dedo e junto à unha
- Coceira e dor local, com inchaço progressivo
- Lesões em pata de cão e gato, entre os dedos e no coxim
- Quintal de terra, chiqueiro ou canil de chão batido no imóvel
- Múltiplas lesões em criança que anda descalça
- Infecção secundária e inflamação em lesão não tratada
Mande foto ou vídeo pelo WhatsApp: a identificação da espécie define o método e evita tratamento errado.
O que bicho-de-pé causa se não for controlado
- Infecção secundária, com risco de celulite e, em caso grave, tétano
- Múltiplas lesões em criança e idoso, com dor e dificuldade de andar
- Lesão em animal doméstico e de criação
- Reinfestação contínua enquanto o solo não é tratado
- Problema de saúde pública em comunidade com piso de terra

Equipe própria, laudo e correção da causa
Fazemos desentupimento e controle de pragas com a mesma equipe. Quando a vistoria encontra ralo sem tela, caixa aberta ou cano rompido, corrigimos no mesmo atendimento.
Como fazemos o controle de bicho-de-pé em sítio
Identificação das áreas de solo infestado
Identificação das áreas de solo infestado: quintal de terra, chiqueiro, canil, área de areia e sombra
Tratamento dos animais do imóvel
Tratamento dos animais do imóvel, com orientação veterinária
Aplicação de inseticida no solo das…
Aplicação de inseticida no solo das áreas infestadas, por profissional habilitado
Orientação para cobertura ou…
Orientação para cobertura ou pavimentação do piso nas áreas de circulação e de permanência de animal
Encaminhamento das pessoas com lesão ao…
Encaminhamento das pessoas com lesão ao serviço de saúde para retirada correta e vacinação antitetânica
Reavaliação em 15 a 21 dias e…
Reavaliação em 15 a 21 dias e articulação com a Vigilância em Saúde quando há várias casas afetadas
- dia 1Vistoria e diagnósticoIdentificação da espécie, mapeamento dos focos e das rotas de entrada, com registro fotográfico e croqui.
- dia 1 a 3Correção e aplicaçãoVedação, desobstrução e correção de umidade, seguidas da aplicação adequada à praga e ao ambiente.
- 7 a 21 diasRetorno técnicoConferência do resultado, reposição de isca ou reaplicação onde o ciclo exigir, e ajuste das vedações.
- contínuaPrevenção e manutençãoRotina de limpeza de rede, monitoramento e revisão periódica — o que impede a reinfestação.
Serviços de controle químico de pragas são executados por profissional habilitado, com produtos registrados na Anvisa e laudo técnico, conforme a RDC 622/2022.
Quer saber qual método se aplica ao seu caso em sítio? Mande fotos e receba a avaliação.
Pedir avaliaçãoA ligação com a rede de esgoto
Em quintal de terra, drenagem ruim e ralo externo entupido criam faixas de solo alternadamente úmidas e secas, que a espécie aproveita. Corrigir a drenagem é parte do manejo.
É por isso que, em sítio, o atendimento de bicho-de-pé pode incluir desentupimento de ralo, limpeza de caixa de gordura, hidrojateamento e videoinspeção — no mesmo dia, pela mesma equipe.
Como evitar bicho-de-pé em sítio
- Piso pavimentado ou coberto nas áreas de circulação e de permanência de animal
- Calçado fechado em área de terra e areia
- Animais tratados preventivamente, com orientação veterinária
- Chiqueiro e canil em piso lavável, afastados da casa
- Limpeza e remoção de matéria orgânica do solo
- Vacinação antitetânica em dia
Controle de bicho-de-pé em sítio em toda a Grande SP
São Paulo capital e Região Metropolitana — Guarulhos, Osasco, ABC, Barueri, Cotia, Mogi das Cruzes — além de Jundiaí, Campinas, Indaiatuba, Sorocaba, Vale do Paraíba e Baixada Santista com atendimento agendado. Veja as páginas por cidade no fim desta página.

Sem taxa de visita, preço fechado
O técnico avalia, explica o método e passa o valor. Se não aprovar, não paga nada. Garantia por escrito na ordem de serviço.
Perguntas sobre controle de bicho-de-pé em sítio
Tratar o solo resolve?
Reduz a população, mas o efeito dura enquanto não houver novo aporte de ovos. A solução durável é cobrir ou pavimentar o piso das áreas de circulação e de permanência de animal.
O cachorro é o problema?
É parte do ciclo: cão, gato e porco são hospedeiros e espalham os ovos pelo solo. Tratar os animais com orientação veterinária é indispensável, junto com o solo.
Posso tirar o bicho-de-pé em casa?
A retirada deve ser feita com instrumento estéril, sem romper o parasita, e seguida de curativo — o serviço de saúde faz isso corretamente e verifica a vacina antitetânica. Retirada caseira com agulha comum é a principal causa de infecção secundária.
É problema de saúde pública?
Em comunidade com piso de terra e animais soltos, sim. Quando há várias casas afetadas, a articulação com a Vigilância em Saúde do município é parte do trabalho correto.
Vocês cobram visita ou orçamento em sítio?
Não. O técnico vai até o local, identifica o problema, explica o método e passa o valor fechado. Se você não aprovar, não paga nada.
O que mandar no WhatsApp para agilizar?
Bairro, tipo de imóvel, onde a praga foi vista, há quanto tempo e, se possível, foto ou vídeo curto. Com isso a equipe sai com o equipamento certo e a vistoria é mais rápida.
O serviço de controle de bicho-de-pé tem garantia?
Sim, por escrito, registrada na ordem de serviço, com o escopo do que foi tratado, vedado ou corrigido. A garantia cobre reinfestação dentro do perímetro tratado no prazo indicado; não cobre nova entrada por obra ou por foco em imóvel vizinho não tratado.
O jardim precisa ser tratado também?
O jardim é, muitas vezes, o foco. Folhiço, vaso encostado na parede, irrigação em excesso e entulho são abrigo. O manejo do paisagismo entra no plano, com faixa livre junto à edificação.
A umidade do local influencia?
É o fator que mais influencia. Ralo sem fecho hídrico, caixa de inspeção aberta, vazamento e drenagem ruim criam abrigo e criadouro. Corrigir isso é parte do serviço, e muitas vezes é o que resolve.
E os animais do local?
Animal e ambiente são tratados em paralelo — o animal pelo veterinário, o ambiente por nós. Durante a aplicação e o prazo de reentrada, os animais ficam fora da área, com orientação por escrito.
Quanto tempo leva?
A aplicação e o tratamento dos animais reduzem o problema em 2 a 3 semanas. A reavaliação confirma. A pavimentação encerra o ciclo.
Serve para parquinho de areia?
Serve, e é cenário de risco para criança. O trabalho combina troca ou tratamento da areia, controle de acesso de animais e cobertura do tanque quando não está em uso.
Por que só algumas pessoas pegam?
Quem anda descalço ou com sandália em área de terra e areia infestada. Criança e quem trabalha no quintal estão mais expostos. Calçado fechado é a proteção mais simples.
E a vacina?
Lesão de bicho-de-pé é porta de entrada para tétano. Vacinação antitetânica em dia é parte da prevenção, e o serviço de saúde verifica isso na retirada.
Como sei se o problema é bicho-de-pé ou outra praga?
Pela inspeção. Fezes, rastro, resíduo, horário de atividade e local de aparecimento identificam a espécie — e a identificação define o método. Mandar foto pelo WhatsApp já ajuda a direcionar.
É seguro para criança e animal de estimação?
O plano é feito para o imóvel real: em casa com criança e pet, priorizamos vedação, isca em porta-isca lacrado e aplicação em fresta inacessível, com prazo de reentrada quando houver produto residual. Tudo informado por escrito.
Quantas visitas são necessárias?
Varia com a praga: algumas se resolvem em uma visita com vedação; outras têm ciclo e exigem retorno em 10 a 21 dias. O cronograma sai na vistoria, com o número de visitas incluído no valor fechado.
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